terça-feira, 29 de abril de 2008


LEI DE INCENTIVO À CULTURA DO DF É PROMULGADA
(por Izabel Toscano - Correio Braziliense)

O meio artístico do Distrito Federal conta, a partir desta terça-feira (29/04), com um maior incentivo às produções culturais. Foi promulga a Lei de Incentivo à Cultura, uma velha reivindicação do setor, com a criação de um fundo público com seleção de projetos culturais aberta a todas as pessoas, ou seja, por meio de edital.
A lei já começa a valer desde já e a previsão é para que o edital seja lançado em 30 dias. A emenda vai aumentar a verba do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), que gira em torno de 2 milhões ao ano, para cerca de 27 milhões. Como já se passaram quatro meses de 2008, esse aumento de verba deve chegar, este ano, a 18 milhões.
A cerimônia de promulgação teve início por volta das 14h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. O governador de José Arruda (DEM) participa do evento, onde assina dois decretos que fazem do Clube do Choro e da Revista Brasília como bens imateriais do DF.

sexta-feira, 25 de abril de 2008


TELECENTRO DE PLANALTINA
(por Karen Silva)

O Telecentro de Planaltina/DF, instalado na Associação Comercial e Industrial de Planaltina – ASCIP conta com o apoio do presidente Senhor Anísio de Souza Lobo Neto, com a Coordenação da Senhora Simone de Sousa e de toda a diretoria da entidade.
O Telecentro oferece cursos de Informática Básica à comunidade de baixa renda local, presta serviços que apóiam o desenvolvimento dos empresários como: criação e hospedagem de web sites, impressão de certidões, boletos e demais documentos dos mais variados órgãos públicos e empresas privadas, acesso a Internet, serviço de digitação, scanner, xerox, impressões coloridas e atendimento através do correspondente bancário em parceria com a Caixa Econômica Federal, sendo destaque com mais de 900 atendimentos desde a sua inauguração em agosto de 2006.
O Telecentro de Planaltina/DF funciona das 9h às 18h e das 19 às 22h, possui um ambiente agradável, organizado, estruturado e totalmente voltado para era digital, atraindo visitas freqüentes de empresários nacionais e internacionais.

(Fonte: www.inclusaodigital.org.br)

quarta-feira, 23 de abril de 2008


DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DO AUTOR

Hoje, 23 de abril, comemora-se o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor.
Instituída pela Unesco em 1995, a data visa atrair a atenção das autoridades governamentais e da população para este que é um dos meios de transmissão de conhecimento mais universais e eficazes que existem, mesmo depois da chegada da internet.
É ele, o livro, um companheiro fiel e capaz de nos levar às mais diversas viagens que a nossa imaginação possa nos permitir. Através dele podemos navegar pelas “águas dos mares nunca dantes navegados” ou até mesmo atravessar as fronteiras do Universo em direção à Via Láctea de Olavo Bilac. O livro permite-nos ainda realizar o sonho do historiador e poeta formosense Xiko Mendes: “beijar as estrelas, seduzir as flores, assustar o vento, passar as mãos na superfície dos céus...” Porém, de nada adiantaria comemorar Dia Mundial do Livro se não nos lembrarmos de ressaltar o Direito do Autor (também “comemorado” em 23 de abril) que, vergonhosa e indiscriminadamente, vem sendo desrespeitado mundo afora.
A escolha do deve-se ao fato que vários escritores consagrados, como Miguel de Cervantes, William Shakespeare, Vladimir Nabokov e Josep Pla, nasceram ou morreram em um 23 de abril.
Mais informações sobre o Dia Mundial do Livro no site www.unesco.org/culture/bookday.

terça-feira, 22 de abril de 2008


MAIS DE 300 ANIMAIS DE TRAÇÃO RECEBEM MICROCHIP
(Fonte: Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento)

A Secretaria de Agricultura já identificou mais de 300 animais de tração (utilizados em carroças), na Administração de Planaltina. Eles receberão os microchips. A iniciativa, que inclui também exames nos animais, é adotada desde setembro de 2007.
Funcionários da Diretoria de Defesa e Vigilância Sanitária da SEAPA também estiveram em Sobradinho II e Samambaia para a implantação dos chips. São 2,5 mil microchips comprados, através de licitação, da Animalteg – uma fábrica de São Carlos (SP).
A secretaria conta com o apoio do Detran, DER, Polícia Militar, Administrações Regionais, SLU, Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho, Ibama, entidades protetoras de animais e cooperados para implementar as novas normas de fiscalização dos carroceiros.
Além da identificação eletrônica dos animais de tração, a SEAPA também é responsável pela realização de exames de anemia infecciosa eqüina e de vacinação semestral anti-rábica. Depois da avaliação, os animais aprovados clinicamente recebem o registro para circulação.

sexta-feira, 18 de abril de 2008


TODO DIA É DIA DO ÍNDIO

Amanhã, sábado, dia 19 de abril, será comemorado o dia do índio.
A música de Jorge Benjor diz que "todo dia era dia de índio", lembrando que os índios que viviam no Brasil eram donos da terra quando ele foi descoberto. Mas em outra estrofe, Benjor lembra que "agora ele só tem o dia 19 de abril".
A data foi instituída em 1940, no México, quando se realizou o I Congresso Indigenista Interamericano, que tratou das condições de vida dos índios. Representantes de diversos países da América participaram do congresso. Os índios também foram chamados. Como já estavam habituados a perseguições e outros tipos de desrespeito, a princípio preferiram manter-se afastados e não aceitaram o convite. Dias depois, após refletirem sobre a importância da reunião na luta pela garantia de seus direitos, muitos índios decidiram comparecer. Então, a data de 19 de abril, por sua importância histórica, passou a ser o Dia do Índio em todo o continente americano.
No Brasil, o ex-presidente Getúlio Vargas assinou o decreto nº 5.540, em 1943, determinando que o Brasil, a exemplo dos outros países da América, também homenageasse os índios em 19 de abril.
Desde o início da colonização, os índios foram escravizados pelos portugueses. E foi a partir dessa colonização que eles ficaram sujeitos às leis dos homens brancos. De donos e principais habitantes do País, eles passaram a ser minoria. Isso porque os colonizadores viam os índios como seres inferiores e incapazes, que precisavam adquirir novos hábitos para estarem aptos a conviver com eles.
Os nativos perderam sua autonomia e passaram a viver em função das leis que os homens brancos criavam para eles ou a respeito deles. Com o propósito de preservar a cultura indígena, no dia 19 de dezembro de 1973, instituiu-se o Estatuto do Índio, que hoje regula a situação jurídica dos índios e das comunidades indígenas.
A Constituição Brasileira de 1998 foi a primeira a trazer um capítulo sobre os indígenas, e de forma oficial, reconheceu os índios como povos culturalmente diferenciados. Pela lei, essa diversidade deve ser respeitada. A lei também lhes assegura o direito de manterem seus costumes, culturas, vestimentas, religiões, línguas e tradições. Todas essas conquistas significam uma grande vitória para estes povos.
Mas as dificuldades nas aldeias continuam. Os interesses econômicos nacionais e estrangeiros também são inimigos das sociedades indígenas. Suas terras são alvos de garimpeiros, madeireiros e fazendeiros que cobiçam as riquezas naturais nelas existentes, sem se importar com os males e prejuízos causados aos índios e ao meio ambiente. E o que é pior: alguns desses índios, enquanto dormem ao relento, pois invandiram seu espaço, volta e meia são incendiados vivos pelos filhos da burguesia.

(Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br)

quarta-feira, 2 de abril de 2008


ENQUANTO ISSSO, NA LIGA DA JUSTIÇA...

Às vezes sinto-me enojado com a real situação político-social do meu país...
Domingo próximo passado assisti a uma reportagem exibida no Fantástico, reportagem esta que mostrava o estado deplorável em que se encontram algumas escolas no interior do Brasil. Enquanto corruptos desviam a verba destinada à merenda escolar, algumas crianças levam farinha e sal para merendarem na "escola" (se é que podemos chamar aquelas pocilgas de escola!). E isso não é tudo!... Os pobres alunos sequer têm carteiras para sentarem ou banheiros para suas necessidades fisiológicas (quando sentem vontade, vão ao "matinho").
Depois da referida reportagem ter ido ao ar, certamente inúmeros "bons samaritanos" sentir-se-ão tocados pelo estado de calamidade pública em que aquelas "escolas" (bem como seus inúmeros freqüentadores) se encontram e buscarão resolver imediatamente seus problemas (não os das escolas, mas os seus próprios, pois as eleições estão bem aí, e eles precisam ser eleitos).
É, parece que a velha política do "pão e circo" jamais terá fim!... Enquanto isso, nós continuaremos sendo chamados de "tupiniquins" pelos ditos países de primeiro mundo.
Depois dizem que os super-heróis estão nos Estados Unidos!... Basta assistirmos a essas reportagens para chegarmos à conclusão que os verdadeiros super-heróis estão no Brasil, pois apesar dos pesares ainda conseguimos ver um "brilho de felicidade" nos olhinhos de cada uma daquelas crianças.

quarta-feira, 26 de março de 2008


140 MIL FIÉIS COMPARECEM À ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO EM PLANALTINA

O feriado de sexta-feira da paixão atraiu fiéis das mais diferentes regiões do Distrito Federal ao morro da Capelinha, em Planaltina. Mesmo sob o sol forte, a caminhada íngreme de mil e cem metros ficou pequena diante do tamanho da fé dos presentes. Ao todo, 140 mil pessoas passaram pelo local durante o dia. A ressurreição de Cristo, momento mais aguardado, levou alguns fiéis às lágrimas. Após mais de quatro horas de encenação, o espetáculo foi encerrado com a queima de fogos de artifício, que duraram 20 minutos. Conforme o previsto, os 1,2 mil atores iniciaram a entrada nos portões às 16h. A multidão não escondia a ansiedade para assistir às primeiras palavras de Cristo. Alguns resolveram subir em árvores na esperança de conseguir um ângulo mais privilegiado. A atenção foi redobrada no momento em que Cristo apareceu acorrentado. A encenação chamou a atenção pelo excesso de realismo. Moradora de Planaltina, a aposentada Zilda Maria de Jesus, 79 anos, não fraquejou e acompanhou o espetáculo até o último instante. Mesmo com a pressão alta, ela levava a fadiga com muito senso de humor. “Já falaram para sentar, mas eu vim aqui para assistir até o final. Nem que isso me custe a vida deixarei de acompanhar essa subida”, brincava a moradora, que acompanha a encenação de Cristo há mais de 20 anos. Nem mesmo algumas autoridades conseguiam esconder a emoção no decorrer da encenação. O vice-governador Paulo Octávio preferiu assistir ao martírio de Cristo no meio da multidão. Amparado por alguns secretários do governo, ele tecia comentários ao longo das passagens. “O momento mais emocionante é o julgamento de Cristo. Eu sempre fico emocionado”, revelou o vice, que compareceu ao morro da Capelinha pela 11º vez. A encenação deste ano marca a 35º edição da Paixão de Cristo em Planaltina. O espetáculo deste ano teve um significado ainda maior para toda a equipe envolvida. Na última quarta-feira, o coordenador de encenação, Uberdan Marcelino Cardoso, 49 anos, teve uma parada cardíaca enquanto acompanhava os últimos preparativos. O médico encarregado no socorro, Valdir Ximenes, lembrou da importância do coordenador durante o espetáculo desta sexta-feira. “Ele não resistiu e morreu fazendo aquilo que mais gostava. Acho que isso serviu como um incentivo a mais para todos os envolvidos”, observou. O administrador de Brasília, Ayton Gomes, também teve participação na encenação. Seu papel foi fazer a amarração das cordas em Cristo no momento da crucificação. A tarefa é realizada por ele há mais de 16 anos. “Tenho o maior orgulho em fazer essa participação, por mais breve que ela possa ser”, conta. O espetáculo contou com um incentivo de R$ 500 mil reais do governo. O administrador, que está licenciado da Câmara Legislativa, conseguiu parte do recurso por meio de emendas parlamentares.


(Fonte: Correio Braziliense, por Thomaz Pires)



BREVE HISÓRICO DA VIA SACRA AO VIVO EM PLANALTINA DF:
Embora a festa mais famosa do país seja a de Nova Jerusalém, no interior de Pernambuco, os organizadores da encenação do Morro da Capelinha defendem que a festa em Planaltina tem maior participação popular. Enquanto em Nova Jerusalém o público recorde teria sido registrado em 2007, com 72 mil pessoas somando os oito dias de espetáculo, em Planaltina, num único dia de apresentação, mais de 100 mil pessoas tem comparecido nos últimos anos.
O Grupo Via Sacra ao Vivo de Planaltina DF é um grupo que se constituiu com o objetivo de realizar, anualmente, a encenação ao vivo da Via Sacra de Cristo no Morro da Capelinha, em Planaltina DF, na sexta feira santa.
Esse grupo originalmente foi formado por pessoas oriundas das três igrejas da cidade: São Sebastião, São Vicente e Santa Rita de Cássia localizadas respectivamente no Setor TRadicional, na Vila Vicentina e no Setor Residencial Leste (Buritis. As pessoas do grupo se transformam em atores amadores e encenam por ocasião sa semana santa, a Paixão Cristo. É uma representação ao vivo das cenas bíblicas e tradicionais da Igreja Católica que celebram a morte e a ressurreição de Jesus Cristo em 15 quadros cênicos, estruturados segundo os evangelhos, tradição e crença do povo e reconhecidos no conjunto como Via Sacra ou Via Crucis de Jesus.

MORRO DA CAPELINHA:
O Morro da Capelinha é localizado a aproximadamente 6 km do Centro de Planaltina, a cidade mais antiga do Distrito Federal.
Chega-se ao Morro da Capelinha pela BR 020 tomando-se a primeira entrada à direita antes da entrada oficial da cidade. Pelas rodovias DF-230, DF-130 e DF-140, também se chega lá.
A Encenação da Via Sacra de Cristo no Morro da Capelinha foi primeiro um sonho, uma idéia do Padre Aleixo, Pároco da cidade por 17 anos consecutivos desde 1969.
A Primeira encenação deu-se em 1973, transformando o sonho do Padre Aleixo em realidade sob a responsabilidade do grupo de jovens da paróquia "Juventude Unida Planaltinense - JUP", contanto com apoio das Associações Religiosas e sob a coordenação da irmã Celina. Esse mesmo grupo continuou encenando ainda nos anos de 1974 e 1975.
De 1976 a 1988 o evento passou a ser coordenado pelo movimento e Cursilhos da Cristandade, também com a participação das Associações Religiosas da Cidade.
Nessa fase o grupo Via Sacra consolidou-se, organizou-se, aprimorou-se e houve crescimento da encenação. Nesse período, o Grupo Via Sacra ao Vivo de Planaltina DF constituiu -se de fato e de direito com regimento interno, estatuto e uma organização exemplar, com coordenador geral e chefes de equipes.
Nessa fase o grupo desdobrava-se para realizar atividades a fim de angariar fundos para bancar o evento.
No ano de 1987, porém, o então Governador José Aparecido sancionou o Decreto nº 10339 por meio do qual a Via Sacra do Morro da Capelinha passou a fazer parte do calendário oficial de eventos do Distrito Federal, destinando recursos orçamentários para a sua realização.
De 1986 a 1988 a Administrador Regional de Planaltina-DF, Brasil Américo, consegue levar energia elétrica para o Morro da Capelinha e a construção de cenários e outros benefícios que contaram com a orientação do arquiteto Adenir José Oliveira, também da Administração Regional.
Os cenários e o muro construídos imitando a Jerusalém, onde se passou a Paixão de Cristo, deram maior brilhantismo à encenação que, com ares de realidade, até hoje comove milhares de pessoas que a assistem.
A partir daí a Via Sacra cresceu em arte, técnica, número de participantes (atores amadores) e conseqüentemente em número de pessoas que vão assistir à encenação, público este estimado hoje em 130.000 pessoas.
O Grupo Via Sacra encena, também, o Domingo de Ramos, a Santa Ceia (realizada na quinta-feira Santa) e a Via Sacra das Crianças, no Módulo Esportivo de Planaltina.
(Fonte: Singela história da Via Sacra ao Vivo de Planaltina-DF)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008


UMA NOITE REGADA A POESIA

Na noite da última quinta-feira (21/02) reuniram-se no bar "Barril Drinks", na Quadra 17 de Sobradinho-DF, os poetas Aurenice Vítor, Gelly Frita e Joésio Menezes, que comandaram a QUINTA POÉTICA com um sarau de poesias. No início, somente os três poetas revezavam-se no recital , cada um ao seu estilo: Aurenice, mais comedida, alternadamente recitava ora poesias românticas ora de crítica político-social; Joésio buscava afagar os corações apaixonados com versos cheios de romantismo e Gelly instigava a libido dos presentes com versos picantes e carregados de erotismo.
Excitados pela performance dos poetas e por eles incitados, alguns dos freqüentadores do bar resolveram deixar de lado a timidez e assumiram a responsabilidade de também tornarem aquela noite ainda mais agradável.
Espontaneamente, os versos, do anônimo ao mais consagrado dos poetas, fluíam enquanto as horas passavam sem que fossem percebidas. Já passava da meia-noite e meia quando os três poetas resolveram "invadir" a cozinha do bar e presentear os ouvidos dos funcionários que ali trabalhavam: recitaram três poesias e despediram-se de todos, deixando agendados novos encontros naquele mesmo local, sempre às quintas-feiras.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008


PLANALTINA É A PRIMEIRA CIDADE A RECEBER O PROGRAMA PRÓ-MORADIA

Neste sábado, o Governador José Roberto Arruda junto com o Administrador Regional de Planaltina, Aylton Gomes, lançaram o programa Pró-Moradia. O Governador chegou na cidade por volta das 10h, o início da programação foi no Vale do Amanhecer (Feirinha), em seguida no Arapoanga (próximo a Madeireira Cobertura) e finalizou no Mestre D’Armas (na Barreira Eletrônica em frente ao Posto Itiquira).

Vale do Amanhecer
O primeiro local visitado pelo governador ganhou asfalto nas ruas onde ainda não há pavimentação. A população reivindicou outros benefícios para o setor, como segurança e vagas nas escolas públicas. De imediato o governador convocou o diretor da regional de ensino e o comandante da polícia militar para ouvir a população, “nenhum aluno com menos de 6 anos ficará sem escola no Vale do Amanhecer”, afirmou o governador Arruda.

Arapoanga
A população do Arapoanga já estava esperando o governador ansiosa pelo o lançamento das obras, o asfalto foi a maior reivindicação da população nos últimos anos. O governador marcou o lançamento das obras no Arapoanga e no Vale do Amanhecer, para o dia 30 de agosto.

Mestre D’Armas
A população do último local visitado pelo governador estava inquieta, por conta de uma informação equivocada, de que o governador não iria visitar o local. Como previsto no cronograma, Arruda e a equipe de trabalho foi até o local combinado encontrar com a população. Devido há entraves de viés ambiental, o governador marcou o lançamento das obras no local para quarta-feira.

Pró-Mordia
O programa Pró-Moradia foi implantado para levar infra-estrutura para assentamentos precários, o programa que desde 2005 espera para ser implantado foi viabilizado no governo Arruda. No caso de Planaltina foi publicado no Diário Oficial no mês passado a primeira etapa da pavimentação asfáltica dos setores: Estâncias, Mestre D’Armas, Arapoanga e Vale do Amanhecer. Com o total 46 km de asfalto nessa etapa, meios-fios, seis quadras poliesportivas, três centro comunitário e drenagem pluvial. As empresas ganhadoras foram a CCB, EWEC, CONESA, CAENGE e TECCON.

(Fonte: www.planaltina.df.gov.br)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008


PEDRA FUNDAMENTAL: UM MARCO HISTÓRICO

Em 1922, no ano do centenário de indenpendência do Brasil, o Depultado Américo do Brasil apresentou um projeto à Câmara dos Depultados, incluindo entre as comemorações a serem celebradas, o lançamento da Pedra Fundamental da futura Capital da República.
Epitácio Pessoa, baixou o Decreto nº. 4.494 de 18 de janeiro de 1922, determinando o assentamento da Pedra Fundamental e designou para a realização dessa missão o engenheiro Balduíno Ernesto de Almeida.
No dia 07 de setembro de 1922, ao meio-dia, foi assentado o monumento Pedra Fundamental numa colina no Morro do Centenário, na Serra da independência, situada a 9 Km de Planaltina-DF e nela está escrito: "Sendo Presidente da República o Excelentíssimo Senhor Dr. Epitácio da Silva Pessoa, em cumprimento ao disposto no decreto nº. 4.494 de 18 de janeiro de 1922, foi aqui colocada em 07 de setembro de 1922 ao meio-dia, a Pedra Fundamental da Futura Capital dos Estados Unidos do Brasil".

(Fonte: www.planaltina.df.gov.br)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

GOVERNO PROMETE CONSTRUIR 14 ESCOLAS DE MÚSICA NO DF
(por Cecília de Castro, do CorreioWeb)

"Moradores do Distrito Federal ganharão novas unidades da Escola de Música de Brasília. O anúncio foi feito na própria escola, nesta quinta-feira, durante cerimônia que contou com a presença do ministro da Cultura, Gilberto Gil, e do governador José Roberto Arruda. O projeto arquitetônico já está pronto e deve custar R$ 5 milhões - verba que deve ser repassada pelo governo federal. Serão 14 escolas espalhadas por todas as satélites. As primeiras regiões beneficiadas serão Ceilândia e Sobradinho.
Segundo o secretário de Educação, José Luiz Valente, a idéia é implantar o projeto em 2008. “Temos muita demanda no Entorno. A proposta é de que o Governo do Distrito Federal (GDF) doe o terreno e o Ministério da Cultura forneça recursos para a construção dos prédios”, afirma. Atualmente, 78% dos alunos da Escola de Música vivem nas satélites e Entorno do DF. Os 22% restantes vivem no Plano Piloto.
O governador José Roberto Arruda anunciou os investimentos durante a entrega de saxofone, que foi doado à entidade. “Vamos construir uma escola de música nova em cada cidade satélite no ano que vem. Também teremos a implementação do Ensino Integral e, ao meu ver, a Escola de Música já vem fazendo isso há muitos anos”, afirma (...)
." (www.correioweb.com.br)


Em Brasília há 37 anos (todos eles em PLanaltina), o que mais ouvi nesse tempo foram promessas. Entra governo, sai governo, e "continua tudo como dantes no Castelo de Abrantes", principalmente nas periferias do DF. Há anos ouço falarem da construção da Casa de Cultura, em Planaltina-DF, no entanto, nada sai do papel. Dizem, inclusive, que a maquete já está pronta!... E o que estão esperando, então?... Estou pagando para ver!...

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS REALIZA II ENCONTRO ARTÍSTICO-CULTURAL
(Por D. Frampaso II)

A Academia Planaltinense de Letras realizou neste sábado, 15/12/07, o seu II Encontro Artístico-Cultural com a participação de dezenas de pessoas no Centro Educacional Delta, em Planaltina-DF. O Mestre de Cerimonial, acadêmico Nilton Alves, começou o evento com música clássica. Os alunos da Profª Ednalva Guimarães deram um show logo acompanhados pelo músico Vavado, que tocou várias modas de viola. Várias homenagens foram feitas a personalidades com relevantes serviços prestados a Planaltina.
Dona Stela D’Alva e seus familiares vieram de Goiânia para receber das mãos da Presidente da Academia, escritora Kora Lopes, as homenagens ao seu pai, o ex-Deputado já falecido, JOSÉ TEODOLINO DA ROCHA, autor do projeto de lei que deu à cidade a denominação PLANALTINA noventa anos atrás, em 1917. O Professor e escritor Delfino Domingos Spezia foi homenageado por ser o autor da letra do HINO DE PLANALTINA, ambos fatos que a maioria desconhecia. Os Srs. José Humberto Oliveira Brotas (Tibica) e Luís Rodrigues Lima também foram homenageados. Eles desenvolvem – o primeiro em Planaltina e o outro em Recanto das Emas – projetos que visam a popularização do livro e da leitura de forma gratuita à comunidade.
Durante o evento vários livros foram lançados. O acadêmico Joésio Menezes, já autor de vários livros de poesia, estreou na área de contos com “Um Dedo de Prosa”. A estudante Sandra C. Araújo lançou a antologia “Antônio Dó de Volta ao Grande Sertão Veredas” reunindo textos de Guimarães Rosa e cientistas estrangeiros que passaram pelo vão do Urucuia, noroeste de Minas. E o acadêmico Xiko Mendes apresentou ao público “Com a Palavra, O Menino da Capuava” (poesia), “Idéias para um novo Projeto de Cidade em Formoso de Minas” (dissertação sobre meio ambiente) e “Eco-história Local: Formoso em Sala de Aula” (livro didático). O Prefeito de Formoso, Luiz Carlos Silva, foi representado no evento pelo Dr. Garibaldi Hilário e sua esposa Drª Gláucia, respectivamente, Chefe de Gabinete e Secretária Municipal de Saúde daquele promissor município mineiro.
Os professores Edmílson Júnior, Vanilson Reis e Olgamir de Paiva se encarregaram de discorrer sobre a importância das obras lançadas. E o II Encontro Artístico-Cultural encerrou a noite de autógrafos com um sarau poético tendo a participação de vários intelectuais como a acadêmica Lourdes Silva, Vivaldo Bernardes, entre outros.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

CHOQUE ANTIGASTOS

"No primeiro ato de sua gestão, José Roberto Arruda exonerou todos os ocupantes de cargos comissionados e de confiança do GDF. Apenas metade desses postos ganhará substitutos, que devem ser nomeados até abril. 'As pessoas boas ficam', prometeu, dando mostras de que parte dos dispensados será recontratada. Para conter o déficit de R$ 35 milhões, a ordem é reduzir gastos das secretarias em um terço e fechar o cofre para investimentos até julho. Em reunião com secretários e principais assessores, Arruda reforçou ainda o discurso de que algumas decisões são impopulares, mas necessárias para iniciar uma agenda positiva. Também pediu agilidade na execução de ações como instalação de postos policiais e de saúde que funcionem 24 horas, além de determinar o descredenciamento do Instituto Candango de Solidariedade (ICS) e a extinção da Codeplan."(Correio Braziliense, quarta-feira, 03/01/2007)

Entra governo, sai governo, e as medidas quase sempre são as mesmas: extinções, exonerações, recontratações... tudo isso com a finalidade de reduzir gastos, mas o que se vê não é bem isso. A dívida que o governo contrai nessa tentativa de "redução de gastos" termina sendo paga pelos cidadãos, aqueles mesmos que, quando precisam de um atendimento médico, são mal-atendidos nos hospitais; os mesmos que vêem seus filhos sem uma Educação de boa qualidade; os mesmos que usufruem de transporte coletivo sucateado e com a maior tarifa do país.

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

REPRESENTANTES DE PLANALTINA NA CÂMARA LEGISLATIVA

Planaltina tem hoje dois representantes na Câmara Legislativa: Aylton Gomes e Berinaldo Pontes, ambos estreantes na CLDF.
A comunidade planaltinense espera agora que os dois façam jus à confiança que lhes foi depositada nas Urnas; que eles realmente tenham os olhos voltados para o lado de cá, para as necessidades de Planaltina; que ambos legislem em prol do povo e não em causa própria, como faz a maioria dos parlamentares, pois, como pudemos perceber nas últimas eleições, parece que os eleitores começaram a abrir os olhos, e o resultado disto foi o grande número de estreantes na Câmara legislativa.
Caso eles cometam os mesmos erros que as "velhas raposas", 2010 ainda está longe, mas chegará.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006


VANDALISMO CONSOME R$ 900 MIL DOS COFRES PÚBLICOS

Em Brasília, dinheiro gasto em um ano para recuperar a sinalização destruída por pichações, colagens de anúncios e até disparos de armas de fogo daria para construir 53 casas populares, nove postos de segurança e três unidades de saúde de pequeno porte. Delegacia do Meio Ambiente investiga 14 processos de destruição de placas, mas ainda não encontrou responsáveis pela depredação.

(Fonte: Correio Braziliense, terça-feira, 26/12/2006)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

APL ENCERRA 2006 COM MÚSICA, TEATRO E POESIA


A Academia Planaltinense de Letras encerrou suas atividades em 2006 oferecendo aos seus convidados uma noite de confraternização regada a música, teatro e poesia.
As autoridades e demais membros da comunidade de Planaltina que se fizeram presentes no auditório do Centro Educacional Delta para o 1º Momento da confraternização, na noite de sexta-feira (15/12), puderam deleitar-se com os músicos mirins Rafaela Dorneles, Iara Vechi, Artur Disegna e Giovana Granjeiro (alunos da Escola de Piano Arco-Íris dos Sons ) e com a PARTICIPAÇÃO ESPECIAL da atriz Isabel Cavalcanti (professora de Artes Cênicas do CEF 04 de Planaltina), que brindou o público com o monólogo GALILEU LEU, de Ivo Bendler.
O 2º Momento foi aberto pelo músico Raimundo Francisco (convidado especial do acadêmico Agostinho Alves), que, acompanhado do seu violão, afagou os ouvidos da platéia com o seu “vozeirão de veludo”. A seguir, revezaram-se acadêmicos e convidados no recital de poesias dos mais diversos estilos e autores.
O evento estendeu-se até as 23h50, momento em que o músico Raimundo Francisco encerrou a festa presenteando os convidados com mais duas músicas do seu belíssimo repertório.
Aos que deixaram seus compromissos para estarem presentes àquela noite agradabilíssima, fica a certeza de que “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. Aos que, por um motivo ou outro, não puderam comparecer, fica a promessa de outros eventos tão agradáveis quanto o da noite de sexta-feira (15/12).

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006


OS CARAS-DE-PAU

"Deputados e senadores da legislatura do mensalão e dos sanguessugas decidiram fechar o ano com chave de ouro: enfiando a mão no bolso dos brasileiros. Parte do dinheiro que você paga em impostos vai bancar o aumento de 92% que as excelências se concederam ontem ao elevar a própria remuneração para R$ 24,5 mil, a mais alta do serviço público. Para se ter uma idéia, em quatro anos o reajuste que o salário mínimo teve não passa da metade desse percentual: ficou em 46%. Sem contar que os nobres parlamentares, além do 13º, embolsam mimos como o 14º, o 15º e, a cada mês, ainda recebem R$ 50.815 de verba de gabinete, R$ 15 mil para gastos na base eleitoral, R$ 3 mil de auxílio-moradia, R$ 4.268 para gastos com correio e telefone e quatro passagens aéreas de ida e volta. No total, cada um dos 513 deputados e 81 senadores custará ao país mais de R$ 100 mil mensais. O impacto que o novo aumento terá na folha de pagamento chegará a R$ 173 milhões. Maior ainda será o efeito cascata dessa medida, com o conseqüente aumento nos salários de parlamentares país afora e no Distrito Federal"(Correio Braziliense, sexta-feira, 15/12/06, capa).
Isso porque eles - que legislam em causa própria - indispuseram-se uns com os outros por causa do aumento do salário mínimo (de R$ 350,00 para R$ 375,00), alegando que esse aumento causaria um "rombo" nos cofres públicos. Dá para acreditar?
Mas os culpados por isso somos nós mesmos, pois os elegemos (apesar de todos os escândalos noticiados nos jornais) acreditando que eles legislariam em prol do povo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

CIDADE SEM HISTÓRIA, CIDADE SEM MEMÓRIA
(Joésio Menezes)


Já se tornou comum não mais buscarmos informações históricas ou culturais nos interiores de bibliotecas e museus, os quais tornaram-se “obsoletos” para grande parte das pessoas, inclusive para aquelas cuja responsabilidade de preservar a história e a cultura de um povo lhes foi confiada, ou seja, as autoridades (in) competentes.
Mas para quê bibliotecas e museus se tudo que queremos podemos encontrar na INTERNET, não é verdade?
Ledo engano!...
Se o intuito é somente fazer pesquisas, a internet é o meio mais prático, fácil e rápido de consegui-las. Mas... quem disse que a praticidade, a facilidade e a rapidez são sinônimos de enriquecimento intelectual ou cultural?
É necessário entrarmos numa biblioteca e sentirmos o “cheiro de mofo” que há em suas estantes; é interessante conhecermos a variedade de livros e autores que há em suas prateleiras; é emocionante tê-los nas mãos e abri-los ante os nossos olhos; é inestimável o prazer de viajar por entre os versos de cada poesia, pelas entrelinhas de cada conto, pelos capítulos de cada romance; é fascinante descobrirmos o passado de lutas e conquistas de um povo, de uma nação, por meio das páginas de um bom livro de História. Enfim, não há avanço tecnológico que supra o deleite de se ler um livro, seja lá qual for o gênero.
Insubstituível, também, é o enriquecimento histórico-cultural que adquirimos quando visitamos um museu. Em seu interior, fazemos uma viagem ao passado; vemos passar diante dos nossos olhos séculos de história; podemos acompanhar bem de perto a história da evolução de um povo; do crescimento de um país, do nascimento de uma cidade. Ali, podemos sentir, próximas a nós, as decepções e emoções do artista que esculpiu determinada escultura ou pintou alguma tela.
Mas nem sempre a evasão das bibliotecas e museus é culpa unicamente da INTERNET. Na maioria dos casos, os órgãos encarregados de preservar o patrimônio histórico e cultural de uma cidade ou de um país são os grandes responsáveis por essa evasão quando deixam de cumprir o papel que lhes foi atribuído: o de construir, preservar e manter em funcionamento tais estabelecimentos.
E já que o tema em discussão é a construção, preservação e funcionamento de bibliotecas e museus, não poderíamos deixar de mencionar o evidente abandono do Museu Histórico e Cultural de Planaltina-DF.
Anos atrás, o Museu era um atrativo a mais para as escolas de Planaltina cujos professores tinham o maior prazer de levar seus alunos para mostrar-lhes mais de perto um pouco da história da cidade, e os alunos por sua vez ficavam deslumbrados por poderem ver e tocar objetos do final do século XIX. Hoje, onde deveriam estar expostos documentos, objetos e utensílios domésticos que contam a história da nossa cidade, encontram-se amontoados traças, cupins, folhas secas, teias de aranha e muita poeira. O telhado está prestes a desabar; o assoalho, perto de ruir pela ação dos cupins; as paredes correm sério risco de caírem (inclusive, a parede frontal do prédio há mais de um ano está sendo sustentada por uma folha de madeirite). Uma verdadeira mostra do descaso e do desrespeito à história de Planaltina e à tradição genealógica do seu povo.
Com relação às bibliotecas, só o que podemos falar é que a única que há na cidade não consegue atender às necessidades dos estudantes e/ou candidatos a vestibulares e concursos públicos que a procuram, tendo em vista que é muito pequena e abafada, e o seu acervo deixa muito a desejar. Daí a opção de muitos pela internet, no entanto, há de se ressaltar que nem todos têm computador em casa, o que torna difícil a preparação dessas pessoas que sonham ingressar numa universidade pública ou no mercado formal de trabalho.
Esperamos, num futuro bem próximo, poder ver resgatadas a história e a cultura da nossa cidade, pois, parafraseando o escritor maranhense Coelho Neto, “uma cidade sem história é uma cidade sem memória”. Ansiamo-nos por ver nossos jovens, de todas as classes (religiosas, raciais e sociais), melhor preparados, não só para o mercado de trabalho mas também para a vida.