domingo, 1 de novembro de 2009

SARAU POÉTICO-MUSICAL EM PLANALTINA


Prestigiem!...

sábado, 24 de outubro de 2009

ESCRITOR DE PLANALTINA RECEBE PRÊMIO LITERÁRIO


Vencedor do Concurso Literário 200 anos de Louis Braille, organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil, em São Paulo, o professor e escritor Joésio Menezes, da Academia Planaltinense de Letras – APL, recebeu, na manhã da última sexta-feira (dia 23/10), a premiação das mãos do Sr. Jessé, Gerente da Sociedade Bíblica de Brasília. A solenidade de premiação foi simples, tendo em vista que o Concurso ocorreu em São Paulo e os demais vencedores receberam seus prêmios naquela capital, em setembro. Estiveram presentes à premiação somente os representantes da SBB em Brasília, Joésio (primeiro colocado do Concurso na categoria Poesia) e Luciana Marina, amiga do poeta e representante do CEF 01 de Planaltina, escola onde trabalha o escritor.
Que esse seja apenas o primeiro de uma série de prêmios que ainda estão por vir!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EDUCAR: A ARTE DE ENSINAR APRENDENDO
(uma singela homenagem de Joésio Menezes a todos os professores pelo seu dia)


"Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda".
(Paulo Freire)

O dicionário Aurélio nos dá a definição de EDUCAR como sendo o ato de “promover o desenvolvimento da capacidade intelectual, moral e física de alguém ou de si mesmo”.
Não querendo contestá-lo, vou um pouco mais adiante: para mim, educar é a arte de ensinar aprendendo. E hoje, valendo-me dessa arte, posso garantir que muito aprendi durante o meu convívio com ela; não o suficiente para considerar-me um artista, mas o bastante para fazer dela o meu estandarte na luta pela propagação do aprendizado.
Aprendi que as grandes conquistas não vêm por meio da opressão, do autoritarismo, da subjugação, mas por meio da sapiência, da paciência e da determinação;
Aprendi que os grandes Mestres surgem não do grau de conhecimento adquirido, mas do nível dos cidadãos que por eles são formados;
Aprendi que um BOM-DIA acompanhado de um singelo e sincero SORRISO pode recuperar a auto-estima de quem o recebe, pode salvar uma vida, pode consertar o mundo cujo futuro está nas mãos desses cidadãos que por nós estão sendo formados, moldados, lapidados...
Aprendi que nem os dedos das nossas próprias mãos são iguais, por isso não podemos (e não devemos) exigir que alguém seja igual àquela pessoa por quem temos admiração, de quem nos orgulhamos muito;
Aprendi que a juventude é inconsequente, mas quem um dia não foi jovem?... Quem alguma vez não foi inconseqüente?
Aprendi que quando se perde a bússola da lucidez, é preciso ter PULSO FORTE para controlar o leme da nau da juventude, evitando assim que ela se desgoverne e se afaste de vez dos seus objetivos, dos seus sonhos, dos seus projetos de vida;
Aprendi que saber ouvir e aceitar uma CRÍTICA fortalece-nos, engrandece-nos, enriquece-nos... Mas não saber como fazê-la pode nos levar a cometer erros irreparáveis, e, como conseqüência disso, nos trazer aborrecimentos, intrigas, estresse...
Aprendi que o céu é azul não por acaso, mas porque o azul é a cor do infinito; assim sendo, também é a cor dos nossos sonhos, é a cor do APRENDER;
Aprendi que as pessoas se vão, mas ficam em nossos corações, em nossas mentes, a lembrança e a saudade daqueles que nos conquistaram e por nós foram conquistados; daqueles que nos aborreceram e por nós foram aborrecidos; daqueles que, enquanto aprendiam conosco, também nos ensinavam;
Aprendi que nessa arte de ensinar aprendendo, aprendi muito mais do que ensinei; aprendi, inclusive, a gostar, a respeitar e a admirar todos os alunos, do jeitinho que eles são: inconsequentes, aborrecentes, adolescentes...
Enfim, parafraseando Ernesto Che Guevara, aprendi que “hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”, ou seja, às vezes é preciso ser rígido, porém sem deixar que essa rigidez se sobreponha ao poder de persuasão das nossas palavras, à ternura dos nossos gestos, à reciprocidade do sentimento de RESPEITO, à “cumplicidade” da palavra AMIGO, à grandeza e à eloqüência do ato de EDUCAR...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


AVERSÃO AOS “CANDANGOS ANÔNIMOS” OU À HISTÓRIA DA CIDADE?

Há quase 40 anos residindo em Planaltina, eu pensava que o descaso e a falta de respeito de alguns “Tradicionais” da cidade fosse somente para com os “forasteiros” (principalmente nordestinos) que aqui chegaram e se estabeleceram, originando assim novos logradouros, tais como os Buritis I, II, III e IV, o Arapoangas e outros mais.
É perceptível, também, o desrespeito que eles nutrem para com a “sua” própria cidade, a sesquicentenária Planaltina, pois pouquíssimos são seus antigos casarões (identidade histórica, cultural e patrimonial da cidade) ainda de pé, os quais também estão ameaçados pela especulação imobiliária e pela insensibilidade gananciosa dos seus “Tradicionais” proprietários. E como não se bastasse isso, eles (os “Tradicionais”) mais uma vez demonstram insensibilidade e desrespeito à memória dos mortos que muito fizeram por Planaltina.
Mentes “iluminadas” pelo breu das trevas retomaram a ideia de construírem uma praça (ou coisa parecida) sobre o antigo cemitério da cidade, ignorando, dessa forma, os sentimentos dos familiares dos que ali foram sepultados. Alegam essas mentes que ali estão somente os “candangos anônimos” e que o local está sendo utilizado como motel e point para uso de drogas.
E o que essas mesmas mentes têm a dizer sobre a recém-inaugurada Praça do Estudante? Que outra utilidade ela teria após um determinado horário do dia?
Já que se autodenominam TRADICIONAIS, eles deveriam ser os primeiros a buscarem meios de preservarem a história da cidade e a memória daqueles que ajudaram a escrevê-la, sejam eles pioneiros ou forasteiros, Tradicionais ou “candangos anônimos”, proprietários ou arrendatários dessas terras mestredarmenses.

(por Joésio Menezes, membro da Academia Planaltinense de Letras - APL)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PLANALTINA RETRIBUE HOMENAGEM FEITA PELO PROFESSOR E ESCRITOR JOÉSIO MENEZES


Durante o desfile cívico, estudantil e militar, ocorrido no último domingo (dia 30/08) por ocasião do aniversário da cidade, a Escola Classe 04 de Planaltina homenageou o professor e escritor Joésio Menezes.
Na parada, a Escola Classe 04 dedicou uma ala inteira aos artistas da cidade, tendo como destaque o autor do livreto Planaltina em 150 Versos, que veio logo à frente do bloco puxando um grupo de alunos que, caracterizados, empunhavam um pergaminho com os versos que o poeta fizera em homenagem ao sesquicentenário de Planaltina.
Muito feliz e agradecido com a homenagem recebida, o professor e escritor disse que enquanto vida ele tiver jamais esquecerá esse momento. “Mesmo que eu receba outras homenagens, essa ficará para sempre guardada na minha memória e no meu coração”, - disse ele.
Na ala “Artistas da Cidade”, além do escritor Joésio Menezes, a Escola Classe 04 homenageou ainda a professora de música Dinalva Guimarães e a artista-plástico e professora aposentada Imelda de Mello Campos, que também se fizeram presentes na avenida.




quinta-feira, 27 de agosto de 2009